quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

é ai,

Exatamente ai, que me pergunto, bastante receosa de uma resposta afirmativa, senão sou eu que estou em outra dimensão, inventando alguém que não existe, uma paixão que nunca existiu, uma dor que não deveria estar sentindo: será você apenas uma personagem na outra linha, sem roteiro, diretor, contrato, nada que obrigue a contracenar comigo.

sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Eu queria um amor...


Eu queria um amor... Permanente... Que sempre estivesse presente em cada momento de minha vida...


Queria um amor... “Criança”, para ser sempre alegre... Um amor com ares de “Adolescente” para nunca perder a magia da Paixão... Queria um amor “Adulto” para estabilizar o meu sentimento...


Eu queria um amor para me ouvir de vez em quando... Um amor para me amparar em momentos ruins, queria um amor para sorrir com minhas conquistas...


Eu queria um amor... Que pensasse em mim a todo instante, que me mandasse bilhetes e flores... E que dissesse ao telefone o quanto sentiu minha falta... Eu queria um amor que não ignorasse minha presença... Mas que exaltasse minha existência... Com todos os teus carinhos... E palavras especiais...


Queria sim um amor radiante... Que se renovasse a cada dia e multiplicasse a minha felicidade sempre mais...


Eu queria um amor... Que não me aprisionasse em sonhos impossíveis... Mas que realizasse os meus desejos e fantasias...


Um amor que não tivesse “Passado”... Mas o “Presente” e “Futuro” e que eu pudesse fazer parte deles...


Queria um amor que fosse “Fiel” em relação a tudo o que sinto... Que não desprezasse o meu coração com falsas verdades...


Mas... Que me surpreendesse sempre com novas formas de amar... Sensuais e Românticas...


Eu queria um amor... Pelo qual eu me orgulhasse de carregar no peito... Que suprisse minhas carências e aceitasse o meu amor... Fazendo de mim tua única mulher...














(Valéria Lopes)













Perseverança

"As coisas vão dar certo. Vai ter fé, vai ter amor, vai ter paz . E se não tiver a gente inventa. Que venham sonhos novinhos em folha, e que friagem alguma seja capaz de diminuir nosso calor mais bonito. Tomara que apesar de todos apesares, a gente continue tendo valentia suficiente, para não abrir mão de ser feliz. E que seja doce, e assim por diante."

domingo, 1 de janeiro de 2012

Amo muito vcs!






Viva a criança que existe dentro de você!!! Permita-se...

quarta-feira, 28 de dezembro de 2011

UMA QUESTAO DE ESCOLHA.

 O coração anda no compasso que pode. Amores não sabem esperar o dia amanhecer. O exemplo é simples. O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono. A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem. Joelhos esfolados são representações das dores do mundo. A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo... que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos. O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções. São as regras da vida. E o melhor é obedecê-las. Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer. São exercícios simples... Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio. Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar. Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que escolhemos dizer. É simples..

terça-feira, 27 de dezembro de 2011

DÓI TUDO ....Por Stella Florence

O Trecho a seguir foi retirado de um dos livros da Stella Florence, é meio dramatico, meio triste, mas é real! Eu curti ;)

Uma vez deitada na maca, o médico perguntou, forçando os dedos contra o peito dela:







— Onde dói?






Ela então franziu a testa, arreganhou os dentes e... desceu. Desceu vertiginosamente para dentro de si mesma.






"Onde dói?", pensou. "Dói meu peito que permanece curvado em pranto. Doem meus ombros que não suportam o peso da saudade. Doem meus ouvidos secos de palavras carinhosas. Doem meus rins que não filtram a saliva amarga da solidão. Doem meus pés que não têm por quem caminhar. Dói meu sexo que não se abriu para o filho. Doem meus olhos que não encontram senão a casa vazia. Dói meu couro cabeludo que não recebe os unguentos do cafuné. Dói minha garganta congestionada de gritos não dados. Doem meus braços que se atrofiaram por não mais abraçarem meu homem. Dói minha língua na clausura eterna dos dentes. Dói meu estômago que não digere a ausência dele".






— Dói tudo, doutor. Dói simplesmente tudo, porque meu corpo não é só essa carne óbvia em cuja massa dedos afundam procurando um nódulo, uma urticária, uma veia estourada. Dói tudo porque em tudo a alma se coloca e a alma, doutor, a alma sente sem analgésicos.






Mas é claro que eu sei que vai passar, não sou nenhuma ignorante dos mecanismos da vida para, mesmo sob essa dor doída de alma doente, me jogar de uma ponte ou tomar quarenta comprimidos de um tranquilizante qualquer. Sei que vai passar. Minha razão sabe que vai passar. Sei também que o único tratamento recomendado ao meu caso é o tempo. Sei de tudo isso, tudo isso me é claro, mas por enquanto, por favor, faça esta caridade, doutor: não pergunte onde dói.

segunda-feira, 19 de dezembro de 2011

meu momento!

Mistura aí vodka, limão e gelo que isso sim adoça a minha vida! Eu quero um pouco de sacanagem, rir com meus amigos e dançar sem parar. Quero chegar em casa podre de cansada de tanto ser feliz, quero andar na rua rindo sozinha lembrando a farra de ontem. Me pega com vontade, puxa meus cabelos e aperta as minhas costas bem forte. Gosto de coisas quentes, sobre o amor tranqüilo depois a gente conversa. Admiro a simplicidade, mas hoje eu quero extravasar! Gargalhar bem alto, dormir até o corpo doer, comer minhas barras de chocolate e escutar minha música preferida no último volume. O exagero me persegue. Cadê o meu vestido vermelho que não acho? O melhor da festa é o antes, já to quase saindo, mas antes uma voltinha na frente do espelho, porque eu tô me sentindo! E na boa, não me fala de romance agora, porque não é o momento. Cara, amanhã quem sabe eu te ligo e a gente dá aquela volta, mas hoje me deixa na minha. Sozinha, louquinha, desvairadinha, me deixa ser minha, minha, só minha... ;)