quinta-feira, 1 de junho de 2017

Paixão, TPM ou Crise Existencial?




Na verdade ambos podem dar as mãos. Hahahaha TA FODA! Eu pro amor, sou tipo a criptonita e o super homem, oq tira suas forças. Como gente fica besta quando se apaixona né? Hahahaahahaha
Eu acho que levo tempo pra me apaixonar porque toda vez que vivo, vem um furacão em seguida, acho que toda paixão marcou uma fase da minha vida. Porque em seguida eu tive que limpar o joelho ralado e continuar a caminhada, só que nesse continuar muita coisa muda e acho que dai vem a crise existencial.
Esses dias te ouvindo (lendo) falar... Me senti arrependida de ter confessado tudo, pelo simples fato de achar que as coisas seriam mais simples ou mais fáceis. Enquanto eu pensava na solução da coisa toda você procurava o culpado. As suas duas frases que mais ecoaram em mim foram “Mas agora já era” e “Foda-se”. Cara é tão amargo querer estar com alguém que te faz mega bem e tomar um banho dágua gelada. Tentei dar a entender que esse não era o desfecho que eu esperava, não queria que as coisas ficassem pra lá, queria que elas continuassem como estavam, de vdd! Sem tirar nem pôr. Nunca vislumbrei um relacionamento, não tinha plano nenhum de podar sua vida solta, muito pelo contrario, era exatamente isso que me fascinava. Era como se pudéssemos conhecer o mundo e procurar um ao outro pra dividir as novidades. Mas enfim... Diante do “já era” e da minha tentativa falha de aceitar que era o fim mesmo eu me vi sendo chata e repetitiva, me deu a impressão de estar implorando por atenção e reciprocidade e olha, eu sempre fui contra esse tipo de comportamento, porque afeto é livre e cada um dá o que tem, então como querer forçar a barra? Na nossa ultima conversa ou discussão eu refleti muito sobre isso e acho que você tem razão... Deixar pra lá é só uma maneira mais amena de não viver algo que poderia ser muito foda, super intenso, mas trabalhoso. E eu me vi tão pra baixo diante de tudo isso que achei melhor não insistir e seguir o passo com a sua dica.
Essa situação toda mexeu tanto comigo que cheguei a me questionar como atuante na minha vida, eu prezo tanto pela leveza, sinceridade e praticidade que me peguei presa numa fantasia que eu mesma criei. Aproveitei esses dias pra rever alguns conceitos e isso está repercutindo e muito nessa fase de recomeçar... Me vi com menos amigos que na ultima crise e o louco é que isso não me assusta, na verdade só me dei conta agora. Me vi mais disposta a cuidar de mim e deixar o mundo no mudo. É chegada a hora de olhar pra dentro e iniciar a faxina. Tem bagagem demais que nem será usada e agora a vida ta cobrando esse lance do: Olhar pra si e saber onde quer ir. Já faz um tempo, que aprendi a dizer não sem pesar a consciência e agora nessa reflexão está muito mais claro. Estava ficando bem chato e desgastante discutir, cansativo! Ouvi de uma colega esses dias: “Vou viajar pra cuidar do meu relacionamento, estamos morando longe, to morrendo de saudade e não dá pra deixar acabar assim”(SIC). Achei legal a reflexão dela, e de fato é isso mesmo. Argumentar e contra argumentar não chega em denominador nenhum, parece um fórum e ninguém ganha a causa, só se enche. Não quero mais brigar nem discutir, já que eu não sei explicar ou você não sabe entender, vamos fingir que nada aconteceu e o tempo se encarrega de colocar tudo no lugar. Obrigada por me ensinar e por ter me dado espaço ou abertura para ser quem sou sem medo de ser mal vista ou condenada. Amo você, só errei em me apaixonar e querer viver isso. Talvez uma grande fantasia minha. Mas “Agora já era”.
Ta tudo do avesso por aqui, ta tudo acontecendo ao mesmo tempo, fim de projeto no emprego, mudança dos meus pais, eu me apaixonando, saudades do Yuri, e tudo isso me faz sentir só e por um lado é bom que seja assim, eu acredito que o tempo trás respostas e nos ensina a digerir as coisas. Tudo é aprendizado, espero voltar aqui e contar coisas boas... Por enquanto está tudo sinistro.   

domingo, 14 de maio de 2017

Amar não faz mal, o que machuca são as pessoas.

           Eu me preocupo em quanto a gente se firma em outra pessoa. Tipo... a quantas anda nossa sustentação e como lidamos com isso. Reparo muito na energia que a pessoa emana e o quanto isso nos aproxima ou repele.
Bianca você ta ficando louca? Que papo mais sem pé nem cabeça. Ok, pode não fazer sentido algum, mas passei a escrever justamente pra tentar entender. Algumas pessoas se apaixonam e aparentemente vivem a vida da outra pessoa, até então, são escolhas, mas e quando uma das partes esta cega e totalmente vivendo a vida que não é sua? Alguém muito próximo a mim vive isso (Sério, não sou eu!!! Mesmo tendo relatado a paixão no texto anterior). Eu percebo o quanto as pessoas têm ficado cega por amor e esse amor na sua grande maioria não é reciproco. As relações tem se tornado a base de interesse ou egoísmo, do tipo... eu estou bem, o resto é resto.  Essa minha ultima paixão me ensinou que somos movidos a escolhas e de nada adianta ir contra ou surtar porque as coisas de fato acontecem. Percebo pessoas perdendo amigos por paixão, percebo pessoas não socializando com outras pessoas se a outra não estiver junto e isso é muito triste! Pior é quando o outro já sacou tudo isso, tem o poder de movimentar “as peças do jogo” e age por sadismo ou às vezes não, mas acaba empacando a vida do outro. O que me pego pensando é: E depois que tudo acaba? O que resta? A família se encheu, os amigos foram viver, e você ficou só, a mercê de um amor que sempre foi de mão única.
Hoje me deparei numa cena onde a pessoa chorava e falava: “Eu só queria ser escolha, eu só queria poder estar por perto e poder cuidar, eu só queria ser importante” (SIC). Isso doeu em mim, que triste ver alguém que você ama sem perspectiva porque o outro também não sabe o que quer. O quanto a vida fica mais leve quando a gente encontra alguém que faz questão de ficar e ser par, mas é certo também que não podemos esquecer de nós. Que sentido é esse que damos pra qualquer relação em que o outro nos norteia mais que as nossas vontades? E Pior... quem quer estar com alguém que se perdeu de si? Por diversas vezes a gente precisa de um colo, de um afago, de um feedback e como pedir a alguém que sabemos que vai dizer algo que apenas nos agrade. A conversa hoje durou cerca de duas horas, a pessoa não tirava os olhos do celular e só prestava atenção no assunto se fosse pra falar dela mesma ou da outra pessoa que por motivos maiores não pôde estar presente, ou seja, FOI UM SACO! E ai diante dos exemplos trazidos ao longo do papo você mostra pra pessoa o quanto parece que mais nada faz sentido, nada além do outro e o quanto isso é pesado de ouvir e sentir.

Normalmente as pessoas que se colocam nessa situação já vem de relações que são ciclos viciosos e repetitivos. Como mostrar pro outro que a bagunça dele é só dele? E que não temos a obrigação de carregar porque é exaustivo demais e que amor é esse que nos precisamos nos anular pra viver? Fiquei pensando nisso e lembrando da minha ultima postagem, eu sou grata as pessoas pelas quais já me apaixonei. Porque não me deixaram permanecer nas bagunças delas. Isso é um ato de amor ou ao menos respeito e isso é tão digno e humano. Ninguém é obrigado a corresponder afeto alheio, mas não é legal dar corda em algo que não será alimentado. FIQUEI PENSATIVA COM ISSO... ACHO TRISTE =/ 

sábado, 4 de março de 2017

por hora, da minha zona de conforto eu não saio

Cara,  como é difícil se relacionar. E quanto mais o tempo passa mais me certifico de que eu não tenho o dom para tal. Desde sempre ouço minha mãe falar que estar junto é ceder. Que muitas vezes a gente abre mão do que quer pra poder estar a dois. Sempre refleti muito sobre isso. Quando meu namoro acabou, cheguei à conclusão de que na verdade, eu não tinha maturidade nem disponibilidade para fazer a coisa acontecer, de lá pra cá, optei por cuidar de mim e desenhar o meu caminho sem ao menos cogitar a possibilidade de ter coparticipantes.
Fluiu por anos, hoje, depois de adoecer e de me sentir velha e vulnerável andei repensando algumas escolhas e percebi que ter alguém é somar, agregar e ir além... Dai em diante, sumi de algumas agendas, apaguei alguns contatos da minha e me permiti criar raízes e conhecer quem chega. Sabe qual foi conclusão? QUEM CHEGA NÃO SABE O QUE QUER. Estar com o outro requer calma, escuta e cuidado. Nem sempre aquilo que te falam é o que de fato é, pode ser o que se quer, fantasia ou idealização. Como descobrimos isso? Apanhando na cara! Rs ... Simples assim.
Sim, sou psicóloga... mas se relacionar vai aleeem de diploma e formação. É entrega, cuidado, afeto, coisas do tipo e que simplesmente acontece quando é mutuo. Percebo que muitas pessoas se contentam com o pouco que o outro oferece pelo simples fato de ter medo da solidão. Eu já vou além disso, prefiro mil vezes estar só do que me contentar com o pouco do outro e de quebra levar minha paz embora. Tenho um puta cuidado nesse trato de estar com o outro e do quanto eu acredito e peço para que as coisas sejam 50 e 50%. Difícil criar morada num lugar em que em minutos tudo pode mudar, a inconsistência do outro não me atrai, me repele.  Eu não sei sair da minha zona de conforto pra entrar na tormenta alheia da mesma maneira que não enfio ninguém na minha.

Descobri que tenho um medo do caralho de relacionamento! Mas não por insegurança ou ciúme, simplesmente porque é uma coisa que depende de dois pra poder rolar e eu sempre vou saber só de mim. E eu sou tão preciosa pra mim que não posso servir de marionete na mão de ninguém. Sou razão do fio de cabelo ao dedinho do pé, mas quando a emoção me pega, me jogo de cabeça e as vezes a piscina é bem rasa. Ouço meus amigos dizerem que estão em noivado e que junto com seu par, estão financiando apartamento , outros criando seus filhos e eu só sei que quero a minha paz. E eu só sei que tenho a mim mesma e isso me traz muito afago e bem estar. Acho que tenho pânico de casamento, acho que tenho medo absurdo de ficar a mercê de quem não sabe o que quer. E agora senhora psicóloga como tratar tudo isso? NÃO SEI! Só sei que por hora, da minha zona de conforto eu não saio, refaço meu mundo, traço novos planos, estudo mais um pouco, encontro um novo trabalho e tudo por mim e pra mim, porque eu me amo de verdade e eu vou sempre cuidar bem de mim. Não por egoísmo, mas por saber que posso contar comigo sempre. E se no susto a gente aprende (post anterior), com o que fica do susto a gente aplica a vida, reflete sobre o que tem feito e começa a reorganizar o que ficou, no mais, vida que segue... J

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

No Susto a gente acorda!

Dizem que a madrugada foi feita pra pensar e não pra dormir... Eu prefiro usa-la para refletir e escrever. =D
Todos a bordo? Finalmente entramos em 2017. Eu quase não chego, mas com muita fé e chatice, cá estou.
Há muito tempo atrás, ouvi ou li em algum lugar que achar o outro requer que você se ama e se cuide antes. Achei meio clichê esse papo. Não entendia a relação... Pois ele veio me fazer sentido dia 28/12/2016 por volta das 15 ou 16 horas (não me lembro com exatidão) quando depois do 3º desmaio eu comecei a retomar os sentidos e vi os olhos aflitos do meu pai e a voz dele ao fundo me dizendo: “Filha, acorda, levanta dai você é tão forte Bianca!” e a minha mãe chorava e dizia baixinho:” Meu Deus, traz ela de volta”. A minha única reação era olhar eles e piscar... Sentir as mãos da Camila me segurando, com força e me ancorando pra não machucar Eu falava por dentro... “Gente, to aqui! Tô bem!” Mas meu corpo não reagia... Quando entramos na ambulância e ligaram a sirene minha mãe segurava minha mão e falava: Ta com frio? Quer água? Já estamos chegando... vai ficar tudo bem, ta bom? Os olhos cheios d’água. Quando soubemos que tudo tinha sido por negligencia medica e que de certa forma a negligencia também era minha. Estar anêmica num quadro agudo. Me veio essa frase a mente. Amar o outro é se amar e se cuidar em primeiro lugar. Meu deus, meus pais! Que desespero... que aflição... Pedi perdão pra minha mãe por deixar ela passar por aquilo. O segundo grande momento aflitivo foi tentar pulsionar a veia que não a encontravam, foram exatos 12 furos. Minha mãe chorava e dizia: Se eu pudesse trocava de lugar com você. E eu fiz a cena filha forte da história... Mas depois eu chorei tanto sozinha...  e refleti tanto!! Optei vir escrever sobre isso pra começar o ano, não por drama, mas por segunda chance!!!  Tive por perto pessoas que nem sonhava... Conheci pessoas boas. Encontrei meu príncipe encantado, que não me abandonou em nenhum momento e que não me deixou desistir. Sempre confiante e com palavras que eram como anestésico.  Tenho usado muito desse tempo “Repouso forçado” para refletir sobre coisas novas. Reparar em detalhes que muitas vezes eu deixava passar despercebido. Como é bom o recomeço e as novas chances que a vida proporciona. Na dor a gente aprende também e faz uma faxina sobre as pessoas que teimam em estar próximas cujo o principal interesse é te ver na merda. E assim vamos seguindo... Dias melhores virão... Eles sempre chegam. 

sábado, 24 de dezembro de 2016

Querido Papai Noel,

Oi Noel... Cê ta baum??? Há dias tô enrolando pra vir te escrever... Tinha  vontade, mas faltava inspiração...
Caaaaaaaaaaaaaaaaaaaaaara, vou começar dizendo: TO VIVA!!! Ok, o ano não acabou ainda, mas olha que foi no fio da navalha o ano todo. Era eita atrás de eita. Vamos ao que de fato interessa? Esses dias pensando na vida e acho que descreveria 2016 em palavras: PORRADA, AMADURECIMENTO, PERDAS, MOLDE E GRATIDÃO.
Queria te agradecer por não ter me deixado desistir... Tive mais momentos de choro que te riso, mas certamente essas lágrimas fizeram de mim a mulher que me tornei hoje. Mais segura, madura, decidida, forte e humana. Obrigada pela presença dos meus pais ao longo do ano todo, por eles terem finalmente conquistado o canto tão sonhado deles. Obrigada pelo tratamento médico do Tio Jorge estar dando certo, Obrigada pelos meus  jovens e alunos, pelo Carlos/churrasco, meu confidente, parceiro e formador da minha versao educadora e acredite papai noel, não consigo me conter em lágrimas agora... Foi um presente sem tamanho!  Amor demais mesmo, que de tão grande me desmonta. Obrigada pelos meus amigos leais de sempre e que há anos caminham comigo, obrigada pelos filhos da puta que vieram depois e não criaram raízes nem morada porque não eram dignos de estar ao meu lado (nem estou citando nomes, ou seja... Se doeu, FODA-SE... carapuça serviu, vista). Obrigada pelos especiais que chegaram e que somam demais na minha existência.
Agora, eu também quero pedir... rsrsrsrs Sabe como é, né... é natal...
mais paz, Mais saúde. Mais amor, Mais abraços. Mais VERDADES. Amigos leais. Saúde, conquistas e leveza para minha família e amigos. Que minha bunda seja dura, meu peito cresça e minha barriga diminua (Ta bom, vou tentar ser fitness ¬¬’)  Que eu encontre um amor pra chamar de meu, e é sério hein papai noel, tô precisando viver a minha história, to adiando isso faz tempo!!! Que eu continue com um sorriso no rosto, gracinha pra lidar com as adversidades e muita fé pra encarar tudo. Já disse que você é um lindo? (Apesar de gostar mais dos bonecos de neve ¬¬) . Feliz Natal Papai Noel... um cheiro 

quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Descontrole-se


Está pensando que entendeu mal? Não. É isso mesmo. Perca o controle. De vez em quando é mais que necessário, é sinal de sanidade mental.
Mandar alguém para puta-que-o-pariu pode ser libertador.
E dizer um belo " foda-se ", então?
Que maravilha! 
Mandar "tomar no cu" pode ser sensacional! 
As pessoas têm a necessidade hipócrita de achar feio o palavrão, mas, de fazer mal aos outros nos bastidores, desde que ninguém veja.
Falam de Deus, mas mentem como o demônio.
A verdade é que você manda e desmanda na sua vontade. 
A coroa que está sobre a sua cabeça ninguém tira. E ela incomoda às vezes.
A inteireza incomoda a escassez.
A competência desbanca o fracasso e aflige o fracassado.
Mas quem é majestade pode tudo, até dizer palavrão quando só ele expressa a emoção que está dentro de si.
E, se alguém criticar, leve consigo o meu sonoro " foda-se"!
Porque, de onde eu venho, quem manda em mim sou EU.



[By Claudia Dornelles]

sexta-feira, 2 de dezembro de 2016

Conceitos

No meu mundo, amigo é amigo, colega é colega, interesseiro é interesseiro e filho da puta é filho da puta. Tenho aprendido ao longo da minha vida que nem tudo que parece, é. Confuso, mas real. Pois bem, segundo o dicionário Aurélio, amizade é  substantivo feminino
1.sentimento de grande afeição, simpatia, apreço entre pessoas ou entidades.
"sentia-se feliz com a a. do seu mestre"
2.p.met. quem é amigo, companheiro, camarada.
"é uma de suas a. fiéis".
Já a definição de amigo é: adjetivo
1.que ama, que demonstra afeto, amizade.
"gente a."
2.em que há amizade, benevolência; amical.
"conversação a."


Pelo o que eu leio em nenhuma das definições incluem trapaça, rasteira, maldade e egoísmo. No meu mundo, a amizade vem de qualidade, de empatia, de cuidado. Amigo pra mim é aquele que vai correr junto com você, que vai fazer as escolhas de vida e deixar que você simplesmente se adeque. Em nenhum momento te coloca em situação vexatória ou usa o que você diz contra você. Amigos são leveza, são colo na dor e aconchego no meio da tormenta. Pois é... cada um tem um conceito e além do de amizade, hoje eu gostaria de falar sobre a lei do retorno... TUDO O QUE A GENTE PLANTA, COLHE...! Simples e eficaz... não dá pra plantar alface e colher morangos, assim como as nossas atitudes na vida. Não dá pra esperar que a vida retribua bondade em meio a maldade. ODEIO GENTE QUE DÁ O TAPA E ESCONDE A MÃO!!! SE POSICIONA.... Pensa bem... um dia de cada vez. A lei do retorno vem...

Pra você, com carinho. Divulgue esse texto também e claro, sem querer.